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quinta-feira, 7 de março de 2013

Gratidão Por Uma Igreja Fiel - John MacArthur Jr.



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“Esta é a permuta que, em sua bondade infinita, ele quis fazer conosco: recebeu nossa pobreza, e nos transferiu suas riquezas; levou sobre si a nossa fraqueza, e nos fortaleceu com o seu poder; assumiu a nossa mortalidade, e fez nossa a sua imortalidade; desceu à terra, e abriu o caminho para o céu; fez-se Filho do homem, e nos fez filhos de Deus.” João Calvino

Como Ler Livros - Tony Reinke



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“Esta é a permuta que, em sua bondade infinita, ele quis fazer conosco: recebeu nossa pobreza, e nos transferiu suas riquezas; levou sobre si a nossa fraqueza, e nos fortaleceu com o seu poder; assumiu a nossa mortalidade, e fez nossa a sua imortalidade; desceu à terra, e abriu o caminho para o céu; fez-se Filho do homem, e nos fez filhos de Deus.” João Calvino

Casamento, Divórcio e Celibato - John MacArthur Jr.




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domingo, 13 de janeiro de 2013

Resenha de: "Lit! A christian guide to reading books" por Tony Reinke




REINKE, Tony. Lit! A christian guide to reading books. Wheaton: Crossway, 2011. 206 p.

Hélio Sales
09 de Janeiro de 2013

Tony Reinke é um jornalista estadunidense que serviu de 2008 a 2012 como assistente de pesquisa de C. J. Mahaney e agora trabalha no famoso ministério Desiring God, de John Piper em Minneapolis. Em seu primeiro livro, Lit!, Reinke escreve para cristãos interessados em ler mais e melhor.[1]
Um dos meus objetivos na leitura é desenvolver uma visão crítica daquilo que estou lendo. Com isso quero dizer desenvolver a arte da análise e da interatividade com o autor. Sem dúvida isso é um trabalho que requer tempo para ser desenvolvido, porém, Tony me ajudou bastante em alguns aspectos que tratarei agora.
O livro se divide em duas partes e essas em quinze capítulos. A primeira, composta pelos primeiros sete capítulos, é a elaboração de uma “teologia da leitura”. Sem dúvida a melhor parte do livro. A cosmovisão cristã é, inegavelmente, a mais completa e a mais abrangente que existe. Reinke elabora toda uma cosmovisão cristã de leitura. E esse é o grande trunfo desse livro. Há muitos outros livros sobre leitura que são ótimos, como o clássico Como Ler Livros de Mortimer Adler, citado pelo próprio autor, mas Reinke conseguiu com Lit! dá, não somente dicas de como escolher que livros ler, ou como ler mais livros, mas ele mostra como o Evangelho molda a nossa experiência de leitura. O autor começa essa sessão exaltando o Livro dos livros, a Escritura mostrando que desde o dia em que Moisés subiu ao Monte Sinai e recebeu as tábuas da Lei, toda a experiência de leitura de todo cristão mudou drasticamente. Deus revelou sua Vontade, Estatutos e Decretos em um Livro e, por isso, o cristão deve gostar de ler por natureza. É a partir da leitura das Sagradas Letras que todas as nossas demais leituras devem ser feitas e sempre com as lentes do Evangelho.
Na segunda parte do livro, Reinke dá alguns conselhos de como se ler melhor. Ele sempre parte de suas próprias experiências pessoais, por isso, talvez, algumas das dicas que ele dá sejam mais bem aproveitadas por pessoas que tem uma experiência de leitura mais parecida com a dele. Porém, de maneira nenhuma essas dicas deixam de ser úteis para aqueles que não possuem esse perfil, pois o que Reinke faz é destacar algumas características da leitura que merecem ser discutidas – como, por exemplo, que livros ler? Que livros não ler? O cristão deve ler literatura? Como achar tempo para ler? Entre outras – e a partir daí, elaborar um diálogo com o leitor mostrando como ele tem agido em cada uma desses pontos, quais suas prioridades e como ele tem lidado com essas dificuldades, convidando o leitor para que as analise tomando base a sua própria vida e adapte essas dicas a sua própria realidade. Reinke não bate o martelo dizendo o que deve ser feito, mas mostra um caminho a ser construído.
Lit! é sem dúvida um livro para quem gosta de ler. Bem escrito e mostrando bastante experiência, o autor pode ajudar muitas pessoas a tanto melhorar a leitura como também a acender a chama pelo prazer de ler. Infelizmente não há versão do livro em português, mas é com bastante esperança de vê-lo em breve que fecho essa resenha.


[1] As informações contidas nesse parágrafo se encontram no blog de Tony Reinke, Miscellanies: http://spurgeon.wordpress.com/. Acessado 09/01/2012.


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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Resenha de: "O Habitat Humano: O Paraíso Criado", por Heber Carlos de Campos




CAMPOS, Heber Carlos de. O Habitat Humano: O Paraíso Criado. São Paulo: Hagnos, 2011. 172 p.

Autor da resenha:
Hélio Sales[1]

Rev. Dr. Heber Carlos de Campos é um respeitado ministro presbiteriano e autor brasileiro. Ele é PhD. em teologia sistemática pelo Concordia Theological Seminary, Saint Louis, Missouri, EUA, e possui várias obras nesta área, mais especificamente em cristologia e em teontologia. As suas obras de maior destaque são O Ser de Deus e Seus Atributos de 1999, A Providência de Deus e Sua Realização Histórica de 2001, As Duas Naturezas do Redentor de 2004, A união das naturezas do Redentor de 2005, A humilhação do Redentor, Encarnação e Sofrimento de 2008 e A Humilhação do Redentor, Sua morte e sepultamento todos pela editora Cultura Cristã.
Na obra O Habitat Humano, o que Dr. Campos faz é analisar os dois primeiros capítulos de Gêneses procurando ali aprofundar vários aspectos do paraíso originalmente criado por Deus quando o pecado ainda não havia entrado no mundo. Sua busca é fazer um contraste com o estado original da criação e seu estado caído atual. Ele divide o livro em cinco partes e estas em dez capítulos.
A primeira parte trata da realidade geográfica do Jardim. Nela Campos descreve a área do Éden, onde se localiza o Jardim. O livro todo é bem descritivo, porém em nenhum momento é cansativo. É interessante notar alguns aspectos da obra do Senhor que por vezes passam despercebidos.
A segunda parte do livro é dividida em quatro capítulos e todos tratam de uma maneira mais bem detalhada do Jardim. Dr. Campos analisa quatro aspectos dele. O primeiro é da rica flora plantada por Deus lá (Gn 2:9). Como é de se esperar, o autor faz uma análise das duas árvores mais importantes naquele lugar: a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal. Dr. Campos faz uma ótima análise dessas duas árvores e seus significados espirituais. O segundo aspecto é a provisão alimentícia no jardim. Apesar de ser bem curto, tendo praticamente duas páginas, é interessante notar como a região mais fértil que o mundo já possuiu é hoje uma área seca e desértica. O terceiro aspecto é a abundante irrigação do Jardim. Este é um dos capítulos mais interessantes do livro. Nele o autor trata dos quatro rios que regavam o Éden, a saber, Pison, Giom, Tigre e Eufrates (Gn 2:11-14). A análise se estende e faz uma abordagem arqueológica sobre quais seriam hoje esses quatro rios. É claro que a natureza dessa pesquisa é complicadíssima e só se pode haver suposições de quais seriam esses quatro rios. Uma das grandes complicações nessa pesquisa é fato de que não se sabe que mudanças geográficas o dilúvio trouxe ao planeta. O autor analisa as duas vertentes de pensamento sobre o assunto: a dos que acreditaram que houve grandes mudanças geográficas e a daqueles que pensam o oposto. Independente de qual das duas esteja correta, o fato é que há evidências da existência e localização dos quatro rios citados em Gênesis. O quarto aspecto analisado é a riqueza das terras do Jardim. A Bíblia relata que o Jardim é muito rico em ouro e outras pedras preciosas (Gn 2:11,12). A análise aqui novamente vai além de simplesmente relatar o que a Bíblia diz, mas o autor lida com a dificuldade apresentada no texto que é identificar as pedras citadas no livro.
Na terceira parte do livro, Dr. Campos mostra as qualidades morais do habitat humano. Essa parte é dividida em dois capítulos. O primeiro aspecto é a realidade do trabalho no paraíso de Deus. Quando Deus cria Adão, Ele não o coloca descansando em sombra e água fresca, ainda que houvesse muito disso lá, mas Deus dá ordens de trabalho a Adão! E a natureza do trabalho estabelecido por Deus era completa, ou seja, era um trabalho tanto físico quanto mental. Como parte do trabalho físico que estava sob sua responsabilidade, ele tinha que cuidar do jardim (Gn 2:15). E como parte mental, ou intelectual do trabalho, Adão teve a função de nomear todos os animais criados por Deus (Gn 2:19, 20). Sem dúvida uma abordagem excelente. O autor mostra muito bem que a ideia de um paraíso ocioso que muitas vezes é pensado e idealizado hoje vai de encontro as realidade estabelecida pelo Senhor nas Escrituras. Para uma realidade brasileira que constantemente procura o caminho mais curto para as resoluções de seus problemas, o autor foi muito feliz em mostrar que o trabalho não é algo proveniente do pecado, mas é algo criado e determinado por Deus e, por isso, é bom. O segundo aspecto é sobre a liberdade na criação original. Dr. Campos não entra na esfera filosófica sobre se Adão tinha ou não livre arbítrio. O que ele faz nessa parte do livro é retornar a realidade das árvores da vida e da do bem e do mal. Ele faz uma abordagem do homem habitando entre essas árvores e sua responsabilidade diante da ordem de Deus de que o homem não poderia comer do fruto da árvore do bem e do mal mostrando, assim, que a liberdade do homem era limitada por uma ordem direta de Deus. Sem dúvida esses dois capítulos são um dos melhores do livro, perdendo apenas para o próximo capítulo.
A quarta parte é constituída somente de um capítulo, porém é o maior do livro contendo mais de cinquenta páginas, ou seja, quase um terço do livro. Este capítulo fala das qualidades sociais do habitat humano na criação original. Sendo que havia apenas duas pessoas no Jardim, o autor desenvolve uma longa conversa sobre as intenções originais do relacionamento estabelecido por Deus na criação entre Adão e Eva. O autor começa falando de Adão e então nos chama a atenção ao ponto em que Deus viu que não era bom que o homem estivesse só (Gn 2:18). Ainda que tudo que Deus tinha criado fosse bom, Deus, em sua onisciência soberana, viu havia uma lacuna faltando. A presença da mulher no Jardim é algo intencional e proposital. Todos os detalhes dessa história, desde o momento específico da criação da mulher e até mesmo o modo que Deus a cria, há um significado maior. A perspectiva do autor é que todo o relato de Gênesis é histórico, porém, todos esses modos e momentos tinham uma razão de ser. Da mesma maneira que Deus usou um momento histórico na vida de Davi quando o fez um pastor de ovelhas e isso levou Davi a ver, através da relação de cuidado do pastor com suas ovelhas, o relacionamento de Deus com seu povo fazendo com que assim ele se expressasse, de maneira inspirada, e escrevesse o Salmo 23, o fato de Deus ter criado primeiro o homem e depois ter dado a tarefa a ele de nomear todos os animais e só então ter criado a mulher também tem seu propósito divino. Depois de ter visto todos os animas, Adão percebeu que não havia nenhum compatível com sua natureza. Ele estava só no Jardim, no sentido de que não havia com ele nenhum semelhante, pois todos os animais eram inferiores a ele e Deus era infinitamente superior a Adão. Partindo dessa necessidade, Deus tinha de criar alguém da mesma natureza de Adão. Por Adão exclamou quando viu a primeira vez Eva: “Esta, afinal, é ossos dos meus ossos e carne da minha carne” (Gn 2:23).
Campos nos mostra vários princípios que estão inseridos no texto de Gênesis que nos são base para o casamento. Tanto o papel do homem quanto o da mulher e também o do casal, como uma só carne, é mostrado de uma maneira muito precisa e muito bonita nesse capítulo. Vemos como a sociedade pós-moderna está acabando com a família e com toda a seriedade do casamento, transformando um lugar de escolha e decisão em um lugar de tentativas. Sem dúvida um capítulo muito relevante para a realidade atual.
A quinta parte trata da realidade espiritual do habitat humano. Embora curtos, os dois capítulos que integram essa última parcela do livro são de igual modo bem escritos e bem pensados. A análise do autor é sobre o culto a Deus no Jardim e também sobre a perfeição deste lugar. Ambos os capítulos trazem informações muito importantes de se notar no texto. Aspectos realmente que passam despercebidos.
O Habitat Humano é um livro maravilhoso. Ainda que haja pouco material sobre o assunto tanto em português quanto em inglês, este livro foi muito bem escrito e será muito útil a todos os que querem se aprofundar sobre o paraíso criado por Deus.


[1] O autor é membro da Igreja Presbiteriana do Brasil.


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sábado, 17 de novembro de 2012

A Pregação Que Deus Abençoa - Steven Lawson


Mais um vídeo traduzido pelo Revista Reformada à Escola Charles Spurgeon.


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“Esta é a permuta que, em sua bondade infinita, ele quis fazer conosco: recebeu nossa pobreza, e nos transferiu suas riquezas; levou sobre si a nossa fraqueza, e nos fortaleceu com o seu poder; assumiu a nossa mortalidade, e fez nossa a sua imortalidade; desceu à terra, e abriu o caminho para o céu; fez-se Filho do homem, e nos fez filhos de Deus.” João Calvino

Resenha de: "Amigos e amantes, como cultivar a amizade e intimidade no casamento"; por Joel R. Beeke




BEEKE, Joel R.. Amigos e amantes, como cultivar a amizade e intimidade no casamento. São Paulo: Vida Nova, 2012. 110 p.

A literatura cristã existe com algumas finalidades. A primeira e mais essencial de todas é para glorificar o nome do Senhor Jesus Cristo. Sem esse primeiro objetivo, todos os demais se tornam insignificantes e desnecessários. Além disso, ela serve para aperfeiçoar o cristão a viver uma vida mais centrada em Cristo e mais mergulhada em sua glória. Há ainda um terceiro objetivo que é para complementar o que é dito no púlpito. Devida à infinidade de situações que vivemos e da brevidade do tempo que o pastor tem no púlpito, é de responsabilidade do cristão buscar entendimento para áreas que necessitam de um melhor entendimento e correção. Ele deve fazer isso primeiramente buscando a Bíblia, lendo e meditando na Palavra do Senhor, e em seguida o seu pastor, presbíteros e crentes mais maduros na fé e na boa literatura cristã disponível.
O casamento é uma das áreas mais importantes da vida e uma visão Escriturística dele deve ser cultivada e buscada por todo cristão. O sexo também é está extremamente corrompido pela visão que o mundo traz sobre ele. O mundo faz uma caricatura horrorosa do que ele é, qual o objetivo e de como ele deve ser encarado. A perspectiva mundana, não só do sexo, mas do casamento de uma forma geral é ofensiva aos olhos de Deus. É com o intuito de mostrar uma visão do que as Escrituras Sagradas dizem sobre este relacionamento entre um homem e uma mulher que Joel R. Beeke escreve este livro.
Ele é dividido em doze capítulos, onde os três primeiros, que tomam a primeira metade do livro, falam da amizade e da sua importância dentro do casamento, e os outros nove falam sobre a sexualidade de um ponto de vista bíblico e como deve ela ser cultivada de uma maneira sadia e para a glória de Deus dentro do casamento.
Todos os capítulos do livro começam com um convite ao leitor. O primeiro convite feito é para que ele lembre-se das bases da amizade do casamento. O autor nos leva à criação e nos mostra como Deus em Genesis 1, 2 e 3 criou tanto o homem como a mulher à sua imagem e semelhança e que isso está intrinsicamente ligado ao relacionamento de ambos. A subordinação em amor e a cooperação mútua da Trindade é exemplo a ser seguido e referência para cultivar um amor santo e uma subordinação verdadeira do casal.
Um casamento em que a amizade é fraca implicará no enfraquecimento em todas as áreas do relacionamento. Uma amizade conjugal bem fundamentada, no entanto, dá muitos bons frutos se forem bem cultivados. E para cultivar bem esses frutos o autor convida o leitor a alimentar e a cultivar uma boa amizade conjugal. Ser o melhor amigo para seu cônjuge é essencial. É um dos motivos pelo qual você se casou. Fazer parte da vida um do outro, compartilhar a fé, cultivar a confiança, ser um amparo espiritual, incentivador na fé, repreender em amor, ser verdadeiro, um ombro amigo e saber entender as dificuldades um no outro. Todas essas coisas fazem a amizade no casamento.
O pecado contaminou todas as áreas da criação e o casamento não está isento disso. Na verdade, o casamento é a união de dois pecadores “que não [têm] direito a nada, exceto o de ser julgado por seus pecados”1. Por isso, Beeke agora convida o casal a resistir às tentações da amizade no casamento. Os problemas no casamento não são problemas novos que só surgem após o “sim”. Não, muitos problemas conjugais são os mesmo e velhos pecados de nossos corações insubmissos a vontade de Deus, eles só estão agora com uma nova roupagem. O orgulho, a vaidade, o egoísmo estão de cara nova e precisam ser identificados, arrependidos e tratados. Beeke nos ajuda a ver em algumas áreas delicadas dessa nova etapa.
O sexo é um dos elementos centrais do casamento, porém este é uma das criações de Deus mais distorcidas e prejudicadas pelo mundo durante toda a história da humanidade. É por esse motivo que Beeke continua os próximos nove capítulos falando o que a Bíblia diz sobre o sexo, de como ele deve ser visto, qual o propósito e de como deve ser encarado tanto pelo homem como pela mulher.
Um dos elementos centrais que Beeke usa em todo o seu livro, e principalmente agora, é que ambos, homem e mulher, são imagem de Deus. O sexo é um chamado à valorização dessa imagem um no outro. É evidente, e necessário, no livro a enfatizarão da destruição da caricatura demoníaca feita pelo mundo sobre o sexo. Há tanto o que se falar e minha habilidade é tão pouca, que prefiro deixar para o leitor descobrir por si só o que Joel R. Beeke escreve com tanta clareza neste livro.
Ainda que eu não seja casado, acho de extrema importância eu não seguir o mundo no que diz respeito ao sexo e casamento. Nós, jovens, que muitas vezes nos apressamos tanto para termos um relacionamento sem pensar do que se constitui o casamento, seus prazeres e suas obrigações, não somente um para com o outro, mas para com Deus, devemos buscar orientações de irmãos mais experientes e de boa literatura que Deus tem nos agraciado de ter em mãos. Joel R. Beeke trata muito bem essas questões neste livro que recomendo a casados, namorados e solteiros. Parabéns a editora Vida Nova pelo livro e pela Série Cruciforme.
__________________________________________________
[1] p. 98

Fortaleza, 17 de novembro de 2012,
Hélio Sales


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domingo, 23 de setembro de 2012

Curso Completo de Apologética - Antônio Neto




Aulas de apologética dada pelo Antônio Neto, professor de filosofia, apologética e teologia sistemática da Escola Charles Spurgeon.




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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Chuck Colson Fala Sobre Abraham Kuyper



Transcrição:


A frente evangélica conservadora pensou que eu estava ficando liberal porque eu estava passando muito tempo nas prisões. E ele disse para mim um dia, “você não está suficientemente fundamentado na visão realmente ortodoxa do cristianismo”. E eu pensei, “Para quem ele acha que está falando isso?”, eu me ofendi um pouco só por causa dele, mas eu não vou nomeá-lo. Ele disse para mim, “Bem, eu vou dizer o que você precisa fazer. Você precisa ler as palestras da conferência Stone em Princeton de 1898 dadas por Abrahan Kuyper”, e ele disse, “uma vez que você fizer isso, então eu poderei confirmar a sua ortodoxa bona fides (boa fé)”. E eu pensei, “Quem é esse cara para me desafiar? Eu sou um Marverick! Nunca me desafie ou diga que eu não posso fazer alguma coisa”. Então ele disse, “você tem que lê-lo. Eu não acreditarei em você se você não ler esse livro”. Bem, eu li o livro e ele mudou minha vida. Foi o mais poderoso e convincente argumento que eu já tinha visto. Toda a vida debaixo do Senhor da Cruz e toda a graça consumida, não apenas na salvação individual, mas na redenção do universo. E elas foram palestras brilhantes. E então eu comecei a estudar Kuyper, e eu me achei lendo e colocando minhas mãos em tudo que ele tinha escrito em adição às suas palestras, que são um clássico. E biografias da vida de Kuyper e eu queria fazer Billy Graham 2000. Eu visitei os arquivos de Kuyper porque eu queria ver alguns de seus escritos e esse cara solitário que era o arquivista da Universidade Livre a qual Kuyper fundou. O homem solitário disse, “ninguém vem para cá”. Eu falei, “Os holandeses?”. Ele, “Não, não. As pessoas de casa que o esqueceram”. Uma figura esquecida da história foi primeiro ministro e tudo. Um grande teólogo e um incrível defensor articulado do que nós chamamos de uma visão bíblica de mundo, uma visão bíblica de toda a realidade. Então, eu fiz o meu melhor para popularizar Kuyper, porque eu acredito que essa é a necessidade que a sociedade de hoje precisa desesperadamente. É olhar para toda a vida com os olhos de Deus, porque nós veremos as coisas de uma maneira bastante diferente de como nós vemos por nós mesmos.

Chuck Colson  foi um escritor, jurista, ativista, político e o conselheiro chefe do presidente norte-americano Richard Nixon entre 1969 e1973. Investigações sobre seu envolvimento no caso Watergate, criaram uma grave crise política. Iniciou-se então, um processo de impeachment contra o Presidente Nixon, que acabou renunciando.
Alguns meses mais tarde, Charles Colson foi preso e condenado a três anos de prisão federal após confessar seu envolvimento em obstrução de justiça no escândalo Watergate. Neste intervalo, converteu-se ao cristianismo e mudou radicalmente sua vida. Após sete meses de prisão, Colson sai em condicional e passa a se dedicar a promover assistência social e espiritual a presidiários, fundando a organização Prison Fellowship Ministries.
A organização auxilia presidiários, ex-presidiários, através de programas de capacitação vocacional, educacional e espiritual que facilitem reintrodução na sociedade diminuindo os índices de reincidência. Também possui programas de apoio aos familiares de presos e às vítimas e famílias afetadas por crimes.




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sábado, 30 de junho de 2012

Revista Reformada - Sermões Expositivos na Carta de Tiago 9 de 9



A eficácia da oração

Referência: Tiago 5.13-20

13Entre vocês há alguém que está sofrendo? Que ele ore. Há alguém que se sente feliz? Que ele cante louvores. 14Entre vocês há alguém que está doente? Que ele mande chamar os presbíteros da igreja, para que estes orem sobre ele e o unjam com óleo, em nome do Senhor. 15E a oração feita com fé curará o doente; o Senhor o levantará. E se houver cometido pecados, ele será perdoado. 16Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz. 17Elias era humano como nós. Ele orou fervorosamente para que não chovesse, e não choveu sobre a terra durante três anos e meio. 18Orou outra vez, e o céu enviou chuva, e a terra produziu os seus frutos. 19Meus irmãos, se algum de vocês se desviar da verdade e alguém o trouxer de volta, 20lembrem-se disso: Quem converte um pecador do erro do seu caminho, salvará a vida dessa pessoa e fará que muitíssimos pecados sejam perdoados”.
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